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O logotipo
abaixo foi
uma colaboração espontânea do publicitário Carlos Relva Vieira

O
"Trek
Dia Feliz" tem sido a principal atividade da IFT no Brasil há
2 anos.
É
uma reunião
beneficente de fãs
de
seriados de ficção-científica (especialmente
Star Trek)
para
assistir
episódios
variados e arrecadar donativos para instituições de caridade. A cada edição, a forma
do donativo (varia de alimentos, roupas, brinquedos, produtos para higiêne
e material escolar) e a instituição do destino são determinadas
previamente.
PROGRAMAÇÃO DO PRÓXIMO
TREK DIA
FELIZ
EVENTOS ANTERIORES:
TREK DIA
FELIZ 31 com Denise Crosby e equipe do Trekkies2
TREK DIA
FELIZ 28, 29 e 30 mensagem de Marina Sirtis
TREK DIA
FELIZ 25, 26 e 27
TREK DIA
FELIZ 22, 23, 24
TREK DIA
FELIZ 19, 20, 21
TREK DIA
FELIZ 16, 17 e
18
TREK DIA FELIZ
13, 14 e 15
TREK DIA FELIZ
10, 11 e 12
TREK DIA FELIZ
7, 8 e 9
TREK DIA FELIZ
4, 5 e 6
TREK DIA FELIZ
1, 2 e 3
VEJA TAMBÉM OUTRO SITE DEDICADO
AO TREK DIA FELIZ. CLIQUE
AQUI.
Também
promovidos por nós:
XENACON (a primeira° convenção dos fãs da
Xena-A Princesa Guerreira)
XENACON2
(a segunda° convenção dos fãs da Xena-A
Princesa Guerreira)
XENACON3
(a terceira convenção dos fãs da Xena-A
Princesa Guerreira)
XENACON4
(a quarta convenção dos fãs da Xena-A
Princesa Guerreira)
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Um dia o trekker
será reconhecido e respeitado no mundo como se fosse um membro de uma
espécie de Maçonaria ou Rotary Club, por exemplo. Isso é um sonho? É. Como
muitos outros, mas não impossível.
Em 1984 um grupo
de fãs de Star Trek de Ohio, nos EUA, com o aval do próprio Gene
Roddenberry, criou a National Federation of Trekkers, um fã-clube como
tantos outros mas com um propósito diferencial: tentar melhorar a imagem
que a sociedade tinha dos trekkers já naquela época. Em geral, o fã de
Star Trek e de ficção científica é visto como um lunático, um bobalhão, um
esquisito, sem os pés na realidade.
Isso não vai
mudar, temos consciência. Mas podemos ressaltar que o trekker é
inofensivo, não depreda monumentos, não picha muros, não quebra ônibus na
saída de seus encontros, não suja a cidade, não solta rojão, não é nocivo,
não faz mal a ninguém. Só isso já seria bom. Mas queremos mais: queremos
também fazer o bem.
Queremos
convencer os trekkers a arregaçar as mangas e fazer alguma coisa pelo
presente, darem sua parcela de contribuição para a realidade, para que
aquele futuro fantástico sonhado por Roddenberry e por nós, aconteça (um
mundo sem doenças, sem fome, com uma paz duradoura de 100 anos, uma língua
unificada, um governo mundial, o fim da necessidade do dinheiro etc). Nós
podemos interferir no mundo, promover campanhas de reflorestamento, de
defesa do meio-ambiente, de arrecadação de donativos para instituições de
caridade, campanhas de doação de sangue, de órgãos, de despoluição, de
conscientização política e social. Podemos fazer isso pela Internet,
enviando mensagens, apoiando outras iniciativas, escrevendo para seções de
cartas de jornais e revistas, promovendo encontros, excursões, atividades
práticas, enfim, FAZER BARULHO, MOSTRAR PRESENÇA NA COMUNIDADE, NA MÍDIA.
Queremos mostrar que além de inofensivos, também podemos ser úteis.
Com isso,
esclarecemos que o trekker não é apenas um fã de ficção científica, pois
Star Trek não é apenas uma série de TV, cinema, quadrinhos, romance, jogos
para computador, desenho animado, brinquedos...ufa, aquilo tudo. Para nós,
Star Trek é também uma filosofia de vida, um jeito especial de nos
relacionarmos com as pessoas, com o mundo e com o desconhecido, com os
desafios.
Nem todo trekker
pensa assim ou descobriu que pode pensar assim. Existem os trekkers que
chamamos de passivos, que assistem o filme, colecionam alguma coisa
trancados em seus quartos e pronto. E existem os trekkers ativos, que
descruzam os braços e fazem alguma coisa, não só ficam esperando que
alguém faça.
Essa idéia
correu o mundo e a National Federation of Trekkers teve de evoluir e virar
International. Hoje, 17 anos depois de sua criação, a IFT tem “naves”
patrulhando várias regiões do mundo: Canadá, México, Argentina, Filipinas,
Suécia, Suíça, Itália, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda, várias nos EUA
(mais de uma por estado) e três no Brasil: USS Brazil, USS Savior e USS
São Paulo. A “nave-mãe”, a USS Thihyla, dos EUA, tem mais de 600
tripulantes, do mundo todo, de países onde não foram construídas “naves”
ainda, como França, Rússia e África do Sul, por exemplo.
Cada uma dessas
“naves” (também chamadas “chapters”, como se cada uma fosse um “capítulo”
da história da IFT) tenta promover aqueles ideais citados antes e serem
reconhecidos em suas comunidades, em nome dos trekkers do mundo todo. Um
dia talvez a gente possa ter programas de intercâmbio, como o Rotary Club,
e trocar visitantes entre “chapters” das diferentes cidades e países.
O fundamental
para que tudo isso dê certo e perseguir a idéia da união geral a todo
custo, coisa que não é muito fácil, em lugar nenhum, em atividade nenhuma.
Fãs-clubes de Star Trek existem aos milhares, tanto nos EUA quanto nos
outros países. No Brasil, recentemente, virou febre. Cada dois amigos, fãs
de Star Trek, fundam um clube. A IFT respeita todos eles, com suas regras
próprias, hierarquia, nomes, cores, tudo. E tenta convencer a todos a
abraçarem uma filosofia comum e, se for possível, a trabalharem juntos
para conseguirmos mais rápido e eficientemente nossos objetivos.
A IFT “dividiu”
o mundo em GEOs (General Extention of Operations), uma espécie de “comando
regional”, responsável por fazer a IFT crescer em sua região, arbitrar
dúvidas éticas e resolver questões diversas. As naves de cada região devem
enviar um relatório mensal de suas atividades ao comandante da GEO com
cópia para o quartel general da IFT em Ohio. A América Latina é GEO 30. O
comandante da GEO 30 atualmente é também capitão da USS Brazil, que abriga
“tripulantes” de todo o Brasil, alguns temporariamente, enquanto não
fundam suas próprias naves, reunindo grupos de aficcionados nas diversas
cidades e promovam suas próprias atividades. Foi o que aconteceu com a USS
Savior, de Salvador, Bahia. Os tripulantes da USS Savior ficaram
“estacionados” na USS Brazil até serem transferidos quando sua nave foi
criada por eles mesmos.
O comandante da
GEO 30 não recomenda ou reconhece iniciativas de criação de uma
“mega-nave” com tripulantes não residentes na mesma cidade que seja base
territorial da nave. Além disso, a IFT considera desimportante a
“auto-atribuição de patentes”. Na IFT existe hierarquia, como qualquer
clube ou organização, para a distribuição de papéis e funções. Quem tem a
“patente” mais alta na IFT, é quem “carrega o piano”, quem trabalha mais.
Não é quem manda mais: é quem serve mais aos outros e à causa.
FCPT
Ralfo Furtado / IFT GEO 30 CO /
USS Brazil CO
A USS BRAZIL foi
escolhida pela IFT como a melhor Nave fora dos EUA (International Ship of
the Year) por duas vezes sucessivas: '98 e '99. A USS SAO PAULO foi
escolhida como a "melhor nave revelação" (International Rookie Ship of the
Year) em 1999. Veja
foto do presidente internacional da IFT na convenção de Pasadena 2000.

Parte da tripulação da USS
BRAZIL: Clara, Thiago, Elisa, Ralfo, Alexandre, Elaine, Admilson,
Alexandre e Paola.
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